Apresentação da Empresa
Fiel às suas origens, o reputado enólogo Anselmo Mendes dedica-se a produzir requintadas variações de Alvarinho, uma casta excepcional e típica da região onde nasceu. Acredita que há todo um ritual à volta da abertura de um vinho de qualidade com rolha de cortiça que é impensável ser reproduzido por outro vedante.
Filho e neto de agricultores e produtores de vinho, Anselmo Mendes quis prosseguir na tradição familiar e optou por uma licenciatura em Engenharia Agro-Industrial (Instituto Superior Técnico), à qual se seguiu uma pós-graduação em Enologia (Universidade Católica), bem como uma série cursos de formação profissional na Universidade de Bordéus.
Durante dez anos ganhou calo e experiência na Sociedade de Vinhos Borges onde, conta, fez “de tudo”. “Vinhos do Porto, aguardente, espumantes, vinho verde, vinhos de mesa do Dão e do Douro, enfim, a Borges foi, para mim, uma grande escola”.
Torna-se, entretanto, consultor da Provam – Produtores de Alvarinho de Monção, bem como de várias outras marcas, assinando vinhos de reconhecido prestígio como os durienses Quinta da Gaivosa ou Calheiros Cruz Grande Escolha, entre muitos outros. Mas continua fiel à sua região de nascença onde vai buscar as uvas para os seus monocastas.
Há pouco tempo, apresentou a sua última declinação da casta Alvarinho, três mil garrafas de um vinho feito “à moda antiga” e ao qual resolveu chamar, simplesmente, Anselmo Mendes. “Eu tinha memória daqueles perfumes da minha infância que nunca encontrei nos vinhos que faço. Então, resolvi fazer um branco com a chamada “curtimenta”, ou seja, como se fazia antigamente, quando se deixava arrancar a fermentação com a película da uva, tal como nos tintos, para ganhar cor e acentuar os taninos.”
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